Bolsonaro bromea sobre el uso del polémico medicamento mientras aumentan los muertos en Brasil

 

Con 1.179 muertes en 24 horas, una cifra récord en Brasil desde que comenzó la pandemia, y convertido en el tercer país con más números de contagiados a nivel mundial, el presidente Jair Bolsonaro todavía tiene ánimo para bromas.

 

En una entrevista, el presidente habló del nuevo protocolo que se aprobó este miércoles y que amplia el uso de la cloroquina -medicamento para tratar la malaria y del que aún no existen pruebas sobre su efectividad- para pacientes con síntomas iniciales de contagio.

Hasta el momento su uso estaba restringido a pacientes en situación grave o crítica.

 

“Quien es de derecha que tome cloroquina”

¿Qué es la democracia? ¿Tú no quieres? Tú no lo haces. No es necesario que tome cloroquina. Quien es de derecha que tome cloroquina. Quien es de izquierda que tome Tubaína [un refresco], bromeó el mandatario brasileño.

 

El presidente también aprovechó para ironizar sobre el gobernador de Pernambuco, Paulo Cama, infectado de covid-19.

Creo que quien dijo que era veneno, no puede tomar [cloroquina]. Puede ser que no la necesite. Yo en su lugar la tomaría, comentó.

 

 

Ver esta publicación en Instagram

 

Íntegra da live de Bolsonaro no.meu blog Durante a entrevista que concedeu a este blog, a Rede Nordeste de Rádio e ao jornal O Poder, ontem, em uma live pelo Instagram, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciou, com exclusividade, que o ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, irá assinar, hoje, o novo protocolo da pasta a respeito do uso da cloroquina no combate ao coronavírus. Ainda sobre o uso da cloroquina, Bolsonaro aconselhou que o governador Paulo Câmara (PSB), diagnosticado com a Covid-19, usasse a medicação, apesar de não achar necessário pela idade do gestor. “Ele é jovem, não vai precisar. Se ele achar que vai fazer bem, que tome, se achar que é veneno, não tome”, disse o presidente para completar: “Quem é de direita toma cloroquina e quem é de esquerda toma tubaína”, afirmou, entre risos. Segundo Bolsonaro, o uso do medicamento trata-se de “democracia”, porque só irá tomar quem quiser. “O que é democracia? Você não quer, você não faz. Quem quiser tomar, que tome”. O presidente também disse que manterá Pazuello interinamente no cargo, mesmo ele não sendo um profissional da área de Saúde. “Por enquanto, deixa lá o general Pazuello, está indo muito bem. É um gestor de primeira linha. É um tremendo de um gestor, está fazendo um excepcional trabalho lá”. Bolsonaro também comentou sobre a atuação da Polícia Federal na fiscalização do dinheiro enviado aos municípios no combate ao coronavírus. Segundo o presidente, no Rio de Janeiro pessoas já foram presas por desvio de verba e a fiscalização vai aumentar. Confira abaixo a entrevista com o presidente na íntegra: Blog do Magno – Ex-presidentes como Lula, FHC e Collor reclamaram da imprensa, da mídia. O senhor sente que a oposição da mídia é mais forte no seu governo? Bolsonaro – Eu nunca tentei controlar a mídia. Lula, por exemplo, tentou. E até hoje tem peso pesado do PT que diz que eles erraram em não controlar a mídia. Eu, como deputado, só estourei graças ao efeito das redes sociais. A oposição da mídia comigo é muito mais forte. Resolvemos fazer um governo de austeridade. Se gastava um bilhão por ano com mídia, hoje é 10%. Íntegra no meu blog.

Una publicación compartida de Magno Martins (@blogdomagno) el

Divergencias por la cloroquina

El uso de la cloroquina ha sido una de las principales divergencias entre Bolsonaro y los dos exministros de Salud, Nelson Teich y Henrique Mandetta, ambos fuera de la cartera por sus desencuentros con el mandatario brasileño por la gestión de la crisis.

 

En una entrevista a la Folha de S. Paulo, Mandetta aseguró que el uso de la cloroquina en pacientes con síntomas leves podría aumentar la presión en los centros de terapia intensiva y provocar muertes en las casas por arritmia.

 

Brasil se ha convertido en uno de los países del mundo más afectados por la pandemia.

Entradas relacionadas